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MPT encontra trabalho escravo em propriedade no interior de SP

O Ministério Público do Trabalho (MPT) vistoriou uma chácara em Arealva, a 347 km de São Paulo, onde encontrou trabalhadores em condições análogas à escravidão. Os trabalhadores vindos do Paraná e de outras cidades do estado estavam alojados em condições precárias. Várias pessoas dividiam um espaço pequeno para dormir e um único banheiro. Os trabalhadores foram resgatados.Um único cômodo era usado como dormitório, para armazenar alimentos, bebidas e até pneus. O mesmo local funcionava como cozinha e em um freezer a carne era refrigerada de forma inadequada. Um homem de 28 anos trabalhava havia oito meses como cozinheiro do grupo e admitiu que alguns dos trabalhadores tiveram problemas de saúde por causa da alimentação. Polícia apura denúncia de trabalho escravo em obra da Marginal TietêAlém das acomodações improvisadas, os direitos trabalhistas não eram garantidos. Ninguém tinha registro em carteira. Cada um recebia R$ 10 por dia de trabalho. Em conversa com os promotores, os homens contaram que eram vítimas de maus-tratos e impedidos de sair da propriedade durante a noite.Uma espingarda e munição foram apreendidas no local e uma pessoa foi detida por porte ilegal de arma. Segundo o promotor Luiz Henrique Rafael, a realidade encontrada durante a blitz configura trabalho escravo. Confira o vídeo no link.

O Ministério Público do Trabalho (MPT) vistoriou uma chácara em Arealva, a 347 km de São Paulo, onde encontrou trabalhadores em condições análogas à escravidão. Os trabalhadores vindos do Paraná e de outras cidades do estado estavam alojados em condições precárias. Várias pessoas dividiam um espaço pequeno para dormir e um único banheiro. Os trabalhadores foram resgatados.
Um único cômodo era usado como dormitório, para armazenar alimentos, bebidas e até pneus. O mesmo local funcionava como cozinha e em um freezer a carne era refrigerada de forma inadequada. Um homem de 28 anos trabalhava havia oito meses como cozinheiro do grupo e admitiu que alguns dos trabalhadores tiveram problemas de saúde por causa da alimentação.

Polícia apura denúncia de trabalho escravo em obra da Marginal Tietê
Além das acomodações improvisadas, os direitos trabalhistas não eram garantidos. Ninguém tinha registro em carteira. Cada um recebia R$ 10 por dia de trabalho. Em conversa com os promotores, os homens contaram que eram vítimas de maus-tratos e impedidos de sair da propriedade durante a noite.
Uma espingarda e munição foram apreendidas no local e uma pessoa foi detida por porte ilegal de arma. Segundo o promotor Luiz Henrique Rafael, a realidade encontrada durante a blitz configura trabalho escravo.

Confira o vídeo no link.


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