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MPF denuncia fazendeiro por trabalho escravo

O Ministério Público Federal do Acre (MPF-AC)denunciou à Justiça Federal o proprietário e dois funcionários de uma fazenda localizada na cidade Bujari, a cerca de 20 km da capital, Rio Branco, onde um casal de trabalhadores era submetido a situação de trabalho degradante, em regime semelhante à escravidão. Foram denunciados o proprietário da fazenda Bella Aliança, Ricardo Valadares Gontijo, e os administradores da propriedade rural, Mário Mariano e Elmo Clemente José Gomes. De acordo com a denúncia apresentada pelo procurador da República Paulo Henrique Ferreira Brito, os responsáveis pela fazenda contrataram o casal contratado para trabalhar a fazenda vivia em uma barraca de lona, sobre chão de terra batida, com um filho de um 1 ano e 7 meses. A água consumida por eles, e pela criança, vinha de uma poça de água barrenta. De acordo com o MPF, os trabalhadores atuavam sem direito a folga, de domingo a domingo, e não recebiam salários, apesar de serem forçados a assinar recibos declarando o recebimento. De acordo com a denúncia, os administradores da fazenda mantinham os trabalhadores por meio de dívidas contraídas com a compra de produtos. Como o valor devido sempre era maior do que o recebido, eles eram obrigados a continuar no local. A denúncia foi aceita pela Justiça e ação corre na 1ª Vara da Seção Judiciária da Justiça Federal do Acre. Caso os acusados sejam condenados poderão cumprir pena de até oito anos de prisão.

O Ministério Público Federal do Acre (MPF-AC)denunciou à Justiça Federal o proprietário e dois funcionários de uma fazenda localizada na cidade Bujari, a cerca de 20 km da capital, Rio Branco, onde um casal de trabalhadores era submetido a situação de trabalho degradante, em regime semelhante à escravidão.

Foram denunciados o proprietário da fazenda Bella Aliança, Ricardo Valadares Gontijo, e os administradores da propriedade rural, Mário Mariano e Elmo Clemente José Gomes.

De acordo com a denúncia apresentada pelo procurador da República Paulo Henrique Ferreira Brito, os responsáveis pela fazenda contrataram o casal contratado para trabalhar a fazenda vivia em uma barraca de lona, sobre chão de terra batida, com um filho de um 1 ano e 7 meses. A água consumida por eles, e pela criança, vinha de uma poça de água barrenta.

De acordo com o MPF, os trabalhadores atuavam sem direito a folga, de domingo a domingo, e não recebiam salários, apesar de serem forçados a assinar recibos declarando o recebimento.

De acordo com a denúncia, os administradores da fazenda mantinham os trabalhadores por meio de dívidas contraídas com a compra de produtos. Como o valor devido sempre era maior do que o recebido, eles eram obrigados a continuar no local.

A denúncia foi aceita pela Justiça e ação corre na 1ª Vara da Seção Judiciária da Justiça Federal do Acre. Caso os acusados sejam condenados poderão cumprir pena de até oito anos de prisão.


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