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Piauí integra projeto piloto nacional de combate ao trabalho escravo

A secretária de Trabalho e Empeendedorismo, Larissa Maia, participou, nesta semana, de reunião executiva em Brasília que trata de projeto da erradicação do trabalho escravo no Brasil. A presença do Piauí é determinante já que foi averiguado que cerca de 40 mil pessoas deixam o Estado para trabalhar de forma irregular. "A princípio, cinco Estados foram convidados: Minas Gerais, Pará e Mato Grosso como unidades demandantes de mão de obra e Piauí e Maranhão como unidades fornecedoras de trabalhadores", explica Larissa Maia. A gestora avalia que esta é a primeira vez um Governo Federal reconhece que existe necessidade de políticas públicas efetivas contra o trabalho escravo no Brasil. "O projeto quer promover a intermediação de mão de obra rural para a colheita café, açúcar, morango. O objetivo é eliminar essa prática e legalizar desde a oferta da vaga até a contratação", explica a secretária. Para tal, a Secretaria de Trabalho e Empeendedorismo do Piauí conta com a parceria do Sistema Nacional de Emprego (Sine) e superintendências regionais do trabalho. O trabalho legalizado é importante porque garante a arrecadação de impostos e tributos, contribuição para o sistema previdenciário, que funciona no regime cooperativista e com a injeção de mais recursos no mercado econômico.

A secretária de Trabalho e Empeendedorismo, Larissa Maia, participou, nesta semana, de reunião executiva em Brasília que trata de projeto da erradicação do trabalho escravo no Brasil. A presença do Piauí é determinante já que foi averiguado que cerca de 40 mil pessoas deixam o Estado para trabalhar de forma irregular.

"A princípio, cinco Estados foram convidados: Minas Gerais, Pará e Mato Grosso como unidades demandantes de mão de obra e Piauí e Maranhão como unidades fornecedoras de trabalhadores", explica Larissa Maia.

A gestora avalia que esta é a primeira vez um Governo Federal reconhece que existe necessidade de políticas públicas efetivas contra o trabalho escravo no Brasil.

"O projeto quer promover a intermediação de mão de obra rural para a colheita café, açúcar, morango. O objetivo é eliminar essa prática e legalizar desde a oferta da vaga até a contratação", explica a secretária.

Para tal, a Secretaria de Trabalho e Empeendedorismo do Piauí conta com a parceria do Sistema Nacional de Emprego (Sine) e superintendências regionais do trabalho.

O trabalho legalizado é importante porque garante a arrecadação de impostos e tributos, contribuição para o sistema previdenciário, que funciona no regime cooperativista e com a injeção de mais recursos no mercado econômico.


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