A Repórter Brasil está sob censura judicial desde o dia 9 de outubro de 2015. Saiba mais.

Cosan doará R$ 2,5 mi a entidades para encerrar ação de execução

O Grupo Cosan terá de doar, em até dois meses, R$ 2,5 milhões a entidades assistenciais da região de Araçatuba para encerrar uma ação de execução feita pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), após o descumprimento de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado em 2007. O acordo, divulgado ontem pelo MPT, prevê a extinção do processo judicial em troca da aquisição de bens e serviços para entidades dos municípios paulistas de Araçatuba, Valparaíso, Andradina e Mirandópolis. De acordo com os procuradores, o Grupo Cosan descumpriu duas cláusulas do TAC na Usina Univalem, em Valparaíso. A empresa teria se comprometido a conceder período mínimo de 11 horas entre duas jornadas e a não prorrogar a jornada normal de trabalho além do limite legal. Foram constatados, segundo auditores fiscais, 65 empregados em situação irregular em relação ao descanso entre jornadas e 32 trabalhadores encontrados com jornada excedente. Por meio da assessoria de comunicação, a Cosan confirmou o acordo e informou que mantém negociações constantes com o MPT em relação ao TAC. A companhia informou ainda que realizará as doações no prazo acordado "em linha com as necessidades das instituições atendidas" e que "a celebração deste acordo não implica em reconhecimento de violação aos termos do TAC". Dos R$ 2,5 milhões, R$ 1,36 milhão serão revertidos à Santa Casa de Araçatuba para construir ala de radioterapia.

O Grupo Cosan terá de doar, em até dois meses, R$ 2,5 milhões a entidades assistenciais da região de Araçatuba para encerrar uma ação de execução feita pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), após o descumprimento de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado em 2007. O acordo, divulgado ontem pelo MPT, prevê a extinção do processo judicial em troca da aquisição de bens e serviços para entidades dos municípios paulistas de Araçatuba, Valparaíso, Andradina e Mirandópolis.

De acordo com os procuradores, o Grupo Cosan descumpriu duas cláusulas do TAC na Usina Univalem, em Valparaíso. A empresa teria se comprometido a conceder período mínimo de 11 horas entre duas jornadas e a não prorrogar a jornada normal de trabalho além do limite legal. Foram constatados, segundo auditores fiscais, 65 empregados em situação irregular em relação ao descanso entre jornadas e 32 trabalhadores encontrados com jornada excedente.

Por meio da assessoria de comunicação, a Cosan confirmou o acordo e informou que mantém negociações constantes com o MPT em relação ao TAC. A companhia informou ainda que realizará as doações no prazo acordado "em linha com as necessidades das instituições atendidas" e que "a celebração deste acordo não implica em reconhecimento de violação aos termos do TAC". Dos R$ 2,5 milhões, R$ 1,36 milhão serão revertidos à Santa Casa de Araçatuba para construir ala de radioterapia.


Apoie a Repórter Brasil

saiba como

Enviar Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *