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Vannuchi pede plano de combate ao trabalho escravo no Rio

O ministro da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, pediu nesta segunda-feira (3) que o estado do Rio de Janeiro elabore, com urgência, um plano estadual de combate ao trabalho escravo e crie uma comissão para monitorá-lo. O pedido foi feito durante reunião da Comissão Nacional para Erradicação do Trabalho Escravo no Rio. Segundo Vannuchi, aumentou o número de autuações em fazendas do estado, em 2009, devido ao uso de trabalho escravo. No ano passado, fiscais do Ministério do Trabalho autuou cinco fazendas por manterem 521 pessoas como escravos, um número 11 vezes maior do que no ano anterior, quando haviam sido resgatados 46 trabalhadores em uma propriedade. A maioria das ocorrências foi registrada no norte fluminense, em usinas de açúcar e etanol. "É um risco que corre o Brasil, no momento de expansão do projeto do etanol. Aventureiros aproveitam esse impulso e se infiltram para começar a produzir sem nenhum respeito pelas leis do país e nem pelo chamado compromisso da responsabilidade social". De acordo com o ministro, grandes empresas de distribuição de combustíveis, como a Petrobras e a Shell, têm demonstrado interesse em participar de um pacto nacional contra o trabalho escravo.

O ministro da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, pediu nesta segunda-feira (3) que o estado do Rio de Janeiro elabore, com urgência, um plano estadual de combate ao trabalho escravo e crie uma comissão para monitorá-lo. O pedido foi feito durante reunião da Comissão Nacional para Erradicação do Trabalho Escravo no Rio.

Segundo Vannuchi, aumentou o número de autuações em fazendas do estado, em 2009, devido ao uso de trabalho escravo. No ano passado, fiscais do Ministério do Trabalho autuou cinco fazendas por manterem 521 pessoas como escravos, um número 11 vezes maior do que no ano anterior, quando haviam sido resgatados 46 trabalhadores em uma propriedade.

A maioria das ocorrências foi registrada no norte fluminense, em usinas de açúcar e etanol. "É um risco que corre o Brasil, no momento de expansão do projeto do etanol. Aventureiros aproveitam esse impulso e se infiltram para começar a produzir sem nenhum respeito pelas leis do país e nem pelo chamado compromisso da responsabilidade social".

De acordo com o ministro, grandes empresas de distribuição de combustíveis, como a Petrobras e a Shell, têm demonstrado interesse em participar de um pacto nacional contra o trabalho escravo.


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