A Repórter Brasil está sob censura judicial desde o dia 9 de outubro de 2015. Saiba mais.

Ministério encontrou 521 escravos em fazendas do Rio em 2009

O número de autuações por trabalho escravo em fazendas fluminenses cresceu 11 vezes entre os anos de 2008 e 2009. A informação foi apresentada nesta segunda-feira pelo ministro da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, no Rio de Janeiro. Ele afirmou que no ano passado foram registradas 521 pessoas trabalhando em situação análoga à escravidão, enquanto no ano anterior foram 46. Vannuchi pediu hoje que o Estado do Rio de Janeiro elabore, com urgência, um plano estadual de combate ao trabalho escravo e crie uma comissão para monitorá-lo. O pedido foi feito durante reunião da Comissão Nacional para Erradicação do Trabalho Escravo no Rio. A maioria das ocorrências foi registrada no norte fluminense, em usinas de açúcar e etanol. "É um risco que corre o Brasil, no momento de expansão do projeto do etanol. Aventureiros aproveitam esse impulso e se infiltram para começar a produzir sem nenhum respeito pelas leis do país e nem pelo chamado compromisso da responsabilidade social". De acordo com o ministro, grandes empresas de distribuição de combustíveis, como a Petrobras e a Shell, têm demonstrado interesse em participar de um pacto nacional contra o trabalho escravo.

O número de autuações por trabalho escravo em fazendas fluminenses cresceu 11 vezes entre os anos de 2008 e 2009. A informação foi apresentada nesta segunda-feira pelo ministro da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, no Rio de Janeiro. Ele afirmou que no ano passado foram registradas 521 pessoas trabalhando em situação análoga à escravidão, enquanto no ano anterior foram 46.

Vannuchi pediu hoje que o Estado do Rio de Janeiro elabore, com urgência, um plano estadual de combate ao trabalho escravo e crie uma comissão para monitorá-lo. O pedido foi feito durante reunião da Comissão Nacional para Erradicação do Trabalho Escravo no Rio.

A maioria das ocorrências foi registrada no norte fluminense, em usinas de açúcar e etanol. "É um risco que corre o Brasil, no momento de expansão do projeto do etanol. Aventureiros aproveitam esse impulso e se infiltram para começar a produzir sem nenhum respeito pelas leis do país e nem pelo chamado compromisso da responsabilidade social".

De acordo com o ministro, grandes empresas de distribuição de combustíveis, como a Petrobras e a Shell, têm demonstrado interesse em participar de um pacto nacional contra o trabalho escravo.


Apoie a Repórter Brasil

saiba como

Enviar Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *