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Mesa de abertura do Encontro defende punição e condenações pelo trabalho escravo

Uma data para ficar efetivamente na história da luta pelos direitos humanos e pela cidadania. Assim manifestaram-se várias das autoridades presentes à mesa de abertura do Encontro Nacional pela Erradicação do trabalho escravo, iniciado hoje à noite em Brasília, na sede da Procuradoria Geral da República, e que vai até o dia 27. Participaram da abertura o Presidente do Tribunal Superior do Trabalho, o Vice-Presidente do Supremo Tribunal Federal, o Procurador Geral do Trabalho, a Sub-Procuradora da República, Dra. Débora Duprat, o Senador José Nery ( PSOL-PA), representando o Congresso, o representante do Ministério da Agricultura, o Presidente do Incra, o Ministro do Trabalho Carlos Luppi, o representante da Organização Internacional do Trabalho, a representante da ONU para o combate ao trabalho escravo e o Ministro da Secretaria Especial dos Direitos Humanos,Paulo Vanucchi. Fui o único deputado federal presente na abertura do evento, tendo sido citado pelo Ministro Paulo Vanucchi e pelo Senador José Nery. Todos destacaram a compreensão de que o trabalho escravo é incompatível com a dignidade humana e que os esforços em curso devem ampliar sua abrangência fazendo com que o País se veja livre dessa herança perversa do colonialismo, do patrimonialismo e da ganância da exploração dos trabalhadores ao longo de séculos no País. Na platéia estavam presentes entidades de luta pela reforma agrária, como o MST, a CPT e a CONTAG, membros do Ministério Público do Trabalho, como a Procuradora do Trabalho de Pernambuco Dra. Débora Tito, hoje à frente do Forum Nacional de Combate ao Trabalho Escravo. A Procuradora coordenou meses atrás a construção e assinatura do Pacto de Combate ao Trabalho em Condições Degradantes com o setor empresarial do açúcar e do álcool em nosso Estado, processo que acompanhamos e testemunhamos quando da assinatura do compromisso. Ainda na abertura foi exibido um depoimento do Bispo Emérito da Prelazia de Sâo Félix do Xingú, Dom Pedro Casaldáliga. O encontro terá nesta quarta-feira novos debates sobre os temas relacionados com o combate ao trabalho escravo.

Uma data para ficar efetivamente na história da luta pelos direitos humanos e pela cidadania. Assim manifestaram-se várias das autoridades presentes à mesa de abertura do Encontro Nacional pela Erradicação do trabalho escravo, iniciado hoje à noite em Brasília, na sede da Procuradoria Geral da República, e que vai até o dia 27.

Participaram da abertura o Presidente do Tribunal Superior do Trabalho, o Vice-Presidente do Supremo Tribunal Federal, o Procurador Geral do Trabalho, a Sub-Procuradora da República, Dra. Débora Duprat, o Senador José Nery ( PSOL-PA), representando o Congresso, o representante do Ministério da Agricultura, o Presidente do Incra, o Ministro do Trabalho Carlos Luppi, o representante da Organização Internacional do Trabalho, a representante da ONU para o combate ao trabalho escravo e o Ministro da Secretaria Especial dos Direitos Humanos,Paulo Vanucchi. Fui o único deputado federal presente na abertura do evento, tendo sido citado pelo Ministro Paulo Vanucchi e pelo Senador José Nery.

Todos destacaram a compreensão de que o trabalho escravo é incompatível com a dignidade humana e que os esforços em curso devem ampliar sua abrangência fazendo com que o País se veja livre dessa herança perversa do colonialismo, do patrimonialismo e da ganância da exploração dos trabalhadores ao longo de séculos no País.

Na platéia estavam presentes entidades de luta pela reforma agrária, como o MST, a CPT e a CONTAG, membros do Ministério Público do Trabalho, como a Procuradora do Trabalho de Pernambuco Dra. Débora Tito, hoje à frente do Forum Nacional de Combate ao Trabalho Escravo. A Procuradora coordenou meses atrás a construção e assinatura do Pacto de Combate ao Trabalho em Condições Degradantes com o setor empresarial do açúcar e do álcool em nosso Estado, processo que acompanhamos e testemunhamos quando da assinatura do compromisso.

Ainda na abertura foi exibido um depoimento do Bispo Emérito da Prelazia de Sâo Félix do Xingú, Dom Pedro Casaldáliga. O encontro terá nesta quarta-feira novos debates sobre os temas relacionados com o combate ao trabalho escravo.


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