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Comissão definirá fundo de erradicação do trabalho escravo em MT

A terceira reunião neste ano da Comissão Estadual de Erradicação do Trabalho Escravo (Coetrae) está marcada para esta quarta-feira, dia 7, na sala multiuso da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), onde será definida a forma como irá funcionar o Fundo de Erradicação do Trabalho Escravo e o Conselho Gestor do Fundo. Esse fundo significará o empenho de dinheiro público contra a prática contemporânea da escravidão ainda mantida em Mato Grosso, no Brasil e em outros focos pelo mundo. Na reunião, também será apresentado o projeto sobre as conferências que serão realizadas no Estado sobre o assunto para sensibilizar a sociedade. Outra pauta será a apresentação de valores estimados necessários para a reforma e ampliação da casa de amparo oferecida pela Pastoral do Migrante aos egressos do trabalho escravo. O espaço disponível hoje é insuficiente. A Coetrae é mista, tem representação governamental e civil. Participam a Sejusp, o Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério do Trabalho (MTE), a Superintendência Regional do Trabalho (SRT – antiga DRT), o Fórum Estadual de Erradicação do Trabalho Escravo (Foete), o Centro Burnier Fé e Justiça, o Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT), a Central Única dos Trabalhadores (CUT-MT) e outras entidades.

A terceira reunião neste ano da Comissão Estadual de Erradicação do Trabalho Escravo (Coetrae) está marcada para esta quarta-feira, dia 7, na sala multiuso da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), onde será definida a forma como irá funcionar o Fundo de Erradicação do Trabalho Escravo e o Conselho Gestor do Fundo. Esse fundo significará o empenho de dinheiro público contra a prática contemporânea da escravidão ainda mantida em Mato Grosso, no Brasil e em outros focos pelo mundo.

Na reunião, também será apresentado o projeto sobre as conferências que serão realizadas no Estado sobre o assunto para sensibilizar a sociedade. Outra pauta será a apresentação de valores estimados necessários para a reforma e ampliação da casa de amparo oferecida pela Pastoral do Migrante aos egressos do trabalho escravo. O espaço disponível hoje é insuficiente.

A Coetrae é mista, tem representação governamental e civil. Participam a Sejusp, o Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério do Trabalho (MTE), a Superintendência Regional do Trabalho (SRT – antiga DRT), o Fórum Estadual de Erradicação do Trabalho Escravo (Foete), o Centro Burnier Fé e Justiça, o Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT), a Central Única dos Trabalhadores (CUT-MT) e outras entidades.


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