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Madeireiros armados invadem mais uma aldeia indígena no Maranhão

Cerca de 30 madeireiros armados invadiram a aldeia Rubiácea, na terra indígena Governador, do Povo Indígena Gavião, no sudoeste do Maranhão. A invasão aconteceu nesta terça-feira, 9, por volta de 10h da manhã. Essa invasão é uma represália contra a Operação Arco de Fogo que se encontra na região. Os madeireiros levaram um funcionário da FUNAI como refém até a aldeia, para obrigar os indígenas a devolverem os caminhões apreendidos pela Operação. Os invasores conseguiram levar dois caminhões. Felizmente ninguém se feriu, pois a maioria dos indígenas não estava na aldeia no momento da invasão. Segundo informações dos indígenas, entre os madeireiros está um funcionário da Prefeitura de Amarante. O clima é tenso na região e os indígenas com medo de novas invasões estão montando uma barreira na estrada que dá acesso à aldeia. Até agora as informações são de que a Força de Segurança Nacional e a Operação Arco de Fogo foram para a cidade de Amarante para ver se conseguem prender os responsáveis.  

Cerca de 30 madeireiros armados invadiram a aldeia Rubiácea, na terra indígena Governador, do Povo Indígena Gavião, no sudoeste do Maranhão. A invasão aconteceu nesta terça-feira, 9, por volta de 10h da manhã.

Essa invasão é uma represália contra a Operação Arco de Fogo que se encontra na região. Os madeireiros levaram um funcionário da FUNAI como refém até a aldeia, para obrigar os indígenas a devolverem os caminhões apreendidos pela Operação. Os invasores conseguiram levar dois caminhões. Felizmente ninguém se feriu, pois a maioria dos indígenas não estava na aldeia no momento da invasão.

Segundo informações dos indígenas, entre os madeireiros está um funcionário da Prefeitura de Amarante.

O clima é tenso na região e os indígenas com medo de novas invasões estão montando uma barreira na estrada que dá acesso à aldeia.

Até agora as informações são de que a Força de Segurança Nacional e a Operação Arco de Fogo foram para a cidade de Amarante para ver se conseguem prender os responsáveis.

 


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