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MT receberá recursos do Marco Zero para combater aliciamento de trabalhadores

Uma boa notícia para o trabalhador rural de Mato Grosso é a liberação de recursos do projeto Marco Zero, uma ação de combate ao trabalho escravo do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) envolvendo os governos de Mato Grosso, Piauí, Maranhão e Pará. O acordo visa desenvolver ações de intermediação de mão-de-obra e qualificação social e profissional, voltadas à redução do trabalho análogo ao de escravo. O principal objetivo do projeto é eliminar o papel do aliciador ilegal de trabalhadores rurais, o ´gato´, e garantir o cumprimento das leis trabalhistas. A superintendente do Sine, Ivone Rosset, informa que depois de participar do segundo encontro, em Belém do Pará, para definir o valor dos recursos para a execução das ações nos estados participantes do projeto, Mato Grosso receberá, a partir de abril, entre R$ 250 a R$ 300 mil para reforçar o trabalho que vem sendo desenvolvido em todo o Estado. "Esse dinheiro será importante para reforçar o trabalho da equipe móvel que realiza a intermediação rural a fim de atender melhor a demanda existente. Com os recursos, poderemos intensificar a intermediação de mão-de-obra, captando vagas nas fazendas e localizando os trabalhadores. Os empregadores também deverão assinar um termo de cooperação com a Setecs," planeja Ivone. De acordo com o MTE, 25% dos casos de trabalho análogo ao de escravo são registrados nessas regiões do país. Por isso, cabe ao Sistema Nacional de Emprego (Sine), coordenado pelo MTE, inibir a figura do ‘gato’, a pessoa que realiza o aliciamento de trabalhadores fazendo com que os mesmos se desloquem para outro estado com objetivo de trabalhar por um salário digno, mas o que encontram, mesmo são situações degradantes e de exploração de sua mão-de-obra.

Uma boa notícia para o trabalhador rural de Mato Grosso é a liberação de recursos do projeto Marco Zero, uma ação de combate ao trabalho escravo do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) envolvendo os governos de Mato Grosso, Piauí, Maranhão e Pará. O acordo visa desenvolver ações de intermediação de mão-de-obra e qualificação social e profissional, voltadas à redução do trabalho análogo ao de escravo. O principal objetivo do projeto é eliminar o papel do aliciador ilegal de trabalhadores rurais, o ´gato´, e garantir o cumprimento das leis trabalhistas.

A superintendente do Sine, Ivone Rosset, informa que depois de participar do segundo encontro, em Belém do Pará, para definir o valor dos recursos para a execução das ações nos estados participantes do projeto, Mato Grosso receberá, a partir de abril, entre R$ 250 a R$ 300 mil para reforçar o trabalho que vem sendo desenvolvido em todo o Estado.

"Esse dinheiro será importante para reforçar o trabalho da equipe móvel que realiza a intermediação rural a fim de atender melhor a demanda existente. Com os recursos, poderemos intensificar a intermediação de mão-de-obra, captando vagas nas fazendas e localizando os trabalhadores. Os empregadores também deverão assinar um termo de cooperação com a Setecs," planeja Ivone.

De acordo com o MTE, 25% dos casos de trabalho análogo ao de escravo são registrados nessas regiões do país. Por isso, cabe ao Sistema Nacional de Emprego (Sine), coordenado pelo MTE, inibir a figura do ‘gato’, a pessoa que realiza o aliciamento de trabalhadores fazendo com que os mesmos se desloquem para outro estado com objetivo de trabalhar por um salário digno, mas o que encontram, mesmo são situações degradantes e de exploração de sua mão-de-obra.


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