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Fazenda mantinha 28 em trabalho degradante no Pará

Rio – O Ministério Público do Trabalho do Pará e auditores fiscais do Ministério do Trabalho libertaram hoje 28 trabalhadores submetidos a condições degradantes na fazenda Tarumã, no município de Santa Maria das Barreiras, no sul do Pará. Eles foram indenizados pelo tempo de serviço na fazenda e o que lhes foi cobrado indevidamente, conta que superou os R$ 200 mil. A fazenda tem 26 mil cabeças de gado espalhadas em um pasto de 20 mil hectares. É uma das principais fornecedoras de carne para o Grupo JBS nas cidades de Redenção e Santana do Araguaia, ambas no sul do Pará, conforme admitiu um empregado do grupo em Redenção. Em maio passado, o JBS – que engloba frigoríficos como o Friboi, Swift e Anglo -, aderiu ao Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo. Com isto, se compromete a não comprar carne de fazendas que utilizem formas de trabalho forçadas. Na fazenda Tarumã, da empresa CSM Agropecuária, com sede em Piracicaba (SP), os procuradores e os auditores fiscais não encontraram trabalhador em condições semelhante ao de trabalho escravo. Os 28 empregados tinham registro em carteira. Mas as condições em que trabalhavam foram consideradas degradantes, como água contaminada retirada de poço com detritos, um buraco no chão funcionando como latrina no banheiro, trabalhadores sem equipamento de proteção. A casa onde eles dormiam estava em péssimas condições. Mesmo assim, os peões eram descontados para ressarcirem a moradia. Em Piracicaba, a secretária da CSM Agropecuária, que se identificou apenas como Marilena, alegou que foi "apenas um probleminha na fazenda, já solucionado". Ela ficou de procurar o proprietário da empresa Celso Silveira de Melo para ele falar com a reportagem, mas até o final da tarde não houve retorno. Já o Grupo JBS não se manifestou sobre o fato até o início da noite.

Rio – O Ministério Público do Trabalho do Pará e auditores fiscais do Ministério do Trabalho libertaram hoje 28 trabalhadores submetidos a condições degradantes na fazenda Tarumã, no município de Santa Maria das Barreiras, no sul do Pará. Eles foram indenizados pelo tempo de serviço na fazenda e o que lhes foi cobrado indevidamente, conta que superou os R$ 200 mil.

A fazenda tem 26 mil cabeças de gado espalhadas em um pasto de 20 mil hectares. É uma das principais fornecedoras de carne para o Grupo JBS nas cidades de Redenção e Santana do Araguaia, ambas no sul do Pará, conforme admitiu um empregado do grupo em Redenção. Em maio passado, o JBS – que engloba frigoríficos como o Friboi, Swift e Anglo -, aderiu ao Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo. Com isto, se compromete a não comprar carne de fazendas que utilizem formas de trabalho forçadas.

Na fazenda Tarumã, da empresa CSM Agropecuária, com sede em Piracicaba (SP), os procuradores e os auditores fiscais não encontraram trabalhador em condições semelhante ao de trabalho escravo. Os 28 empregados tinham registro em carteira. Mas as condições em que trabalhavam foram consideradas degradantes, como água contaminada retirada de poço com detritos, um buraco no chão funcionando como latrina no banheiro, trabalhadores sem equipamento de proteção. A casa onde eles dormiam estava em péssimas condições. Mesmo assim, os peões eram descontados para ressarcirem a moradia.

Em Piracicaba, a secretária da CSM Agropecuária, que se identificou apenas como Marilena, alegou que foi "apenas um probleminha na fazenda, já solucionado". Ela ficou de procurar o proprietário da empresa Celso Silveira de Melo para ele falar com a reportagem, mas até o final da tarde não houve retorno. Já o Grupo JBS não se manifestou sobre o fato até o início da noite.


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