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Wal-Mart suspende contrato com Cosan por trabalho escravo

SÃO PAULO (Reuters) – A unidade brasileira do Wal-Mart informou nesta sexta-feira ter suspendido temporariamente um contrato comercial com a Cosan depois que o maior grupo sucroalcooleiro do país foi incluído em uma lista de trabalho escravo do governo. A Cosan, proprietária de várias marcas de açúcar no país, foi incluída em dezembro na lista do Ministério do Trabalho, depois que inspetores encontraram trabalhadores em condições semelhantes à escravidão em junho de 2007. "O Wal-Mart é signatário do Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo no Brasil (…) e reitera que repudia veementemente qualquer prática que não respeite os direitos humanos", disse a subsidiária brasileira da maior rede varejista do mundo em um comunicado. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) suspendeu na quinta-feira empréstimos à Cosan. A companhia disse nesta sexta-feira que obteve uma liminar determinando sua retirada da lista. Os trabalhadores encontrados em condições irregulares foram contratados por uma empresa terceirizada de cana-de-açúcar. (Reportagem de Inaê Riveras)

SÃO PAULO (Reuters) – A unidade brasileira do Wal-Mart informou nesta sexta-feira ter suspendido temporariamente um contrato comercial com a Cosan depois que o maior grupo sucroalcooleiro do país foi incluído em uma lista de trabalho escravo do governo.

A Cosan, proprietária de várias marcas de açúcar no país, foi incluída em dezembro na lista do Ministério do Trabalho, depois que inspetores encontraram trabalhadores em condições semelhantes à escravidão em junho de 2007.

"O Wal-Mart é signatário do Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo no Brasil (…) e reitera que repudia veementemente qualquer prática que não respeite os direitos humanos", disse a subsidiária brasileira da maior rede varejista do mundo em um comunicado.

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) suspendeu na quinta-feira empréstimos à Cosan.

A companhia disse nesta sexta-feira que obteve uma liminar determinando sua retirada da lista.

Os trabalhadores encontrados em condições irregulares foram contratados por uma empresa terceirizada de cana-de-açúcar.

(Reportagem de Inaê Riveras)


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