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Trabalho Escravo será combatido por Secretarias

O Secretário de Trabalho, José Antônio Heluy, esteve reunido com o Secretário de Estado dos Direitos Humanos e Cidadania, Sérgio Tamer, para tratar de assuntos comuns às duas pastas. De acordo com Heluy, uma das principais portas de acesso para o pleno exercício da cidadania reside na garantia do acesso a empregos formais. "A cidadania pela qual batalhamos é aquela conquistada com o suor do rosto, com a força do trabalho", esclareceu. Dentre os temas abordados durante a reunião, o combate ao trabalho escravo teve grande destaque, assunto que permanece na pauta de prioridades das duas secretarias. A prática do trabalho escravo com condições semelhantes à escravidão ainda é uma dura realidade a ser enfrentada pelo Brasil, e no Maranhão os índices são assustadores: nada menos que 550 trabalhadores foram libertados de canteiros de mão-de-obra escrava no estado, entre os anos de 2003 e 2009, o que alça o Maranhão ao quarto lugar no ranking nacional de trabalhadores libertados e segundo no registro de ocorrências desta natureza. "A permanência do trabalho escravo indica que as políticas públicas estão conseguindo chegar ao campo de maneira efetiva, mas estamos procurando alternativas para superar essas dificuldades," declarou Heluy. "O reforço na intermediação de empregos rurais é nossa principal arma para isso", destaca. Esse esforço já pôde ser computado no número de trabalhadores libertados: em 2008, 232 trabalhadores foram encontrados em condições análogos às de escravidão no Maranhão; em 2009, esse número baixou para apenas 58. Os secretários também trataram dos preparativos para o Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, instituído no ano passado pelo Governo Federal, que acontece no próximo dia 28.

O Secretário de Trabalho, José Antônio Heluy, esteve reunido com o Secretário de Estado dos Direitos Humanos e Cidadania, Sérgio Tamer, para tratar de assuntos comuns às duas pastas. De acordo com Heluy, uma das principais portas de acesso para o pleno exercício da cidadania reside na garantia do acesso a empregos formais. "A cidadania pela qual batalhamos é aquela conquistada com o suor do rosto, com a força do trabalho", esclareceu.

Dentre os temas abordados durante a reunião, o combate ao trabalho escravo teve grande destaque, assunto que permanece na pauta de prioridades das duas secretarias. A prática do trabalho escravo com condições semelhantes à escravidão ainda é uma dura realidade a ser enfrentada pelo Brasil, e no Maranhão os índices são assustadores: nada menos que 550 trabalhadores foram libertados de canteiros de mão-de-obra escrava no estado, entre os anos de 2003 e 2009, o que alça o Maranhão ao quarto lugar no ranking nacional de trabalhadores libertados e segundo no registro de ocorrências desta natureza.

"A permanência do trabalho escravo indica que as políticas públicas estão conseguindo chegar ao campo de maneira efetiva, mas estamos procurando alternativas para superar essas dificuldades," declarou Heluy. "O reforço na intermediação de empregos rurais é nossa principal arma para isso", destaca. Esse esforço já pôde ser computado no número de trabalhadores libertados: em 2008, 232 trabalhadores foram encontrados em condições análogos às de escravidão no Maranhão; em 2009, esse número baixou para apenas 58.

Os secretários também trataram dos preparativos para o Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, instituído no ano passado pelo Governo Federal, que acontece no próximo dia 28.


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