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Em MS, 1688 já foram libertados da escravidão desde 2004

Conforme informações do MTE (Ministério do Trabalho e Emprego), 1688 pessoas submetidas a trabalho escravo foram libertadas em Mato Grosso do Sul. A lista suja, que descreve os empregadores que contratam esses trabalhadores foi atualizada ontem. O estado de Mato Grosso do Sul ocupa a terceira posição na lista suja. São 18 casos constatados no território sul-mato-grossense. O caso mais recente de libertação desses trabalhadores, aconteceu em julho do ano passado, na Agrisul Agrícola, situada na rodovia MS-040, na zona rural de Brasilândia. No local, 1011 funcionários que viviam em condições subumanas de escravidão conquistaram a liberdade. Antes disso, em dezembro de 2008, na Fazenda Caiçara III, em Selvíria, 7 funcionários receberam "alforria" da propriedade de Odier Alves de Freitas. Em Dourados, na Fazenda Fatisul, 9 conquistaram a liberdade da Fatisul Indústria e Comércio de Óleos Vegetais Ltda, no mesmo mês. Grande parte dos casos foi registrada em julho de 2008: na Fazenda Engenho de Ferro, em Camapuã, de propriedade de Admir Ferreira Lino, 12 pessoas foram libertadas; na Fazenda Novo Estado, em Figueirão, cujo proprietário é Alaílson Ferreira de Carvalho, o MTE livrou 9. No mesmo período foram libertados 4 trabalhadores da Fazenda Bom Jesus, em Alcinópolis, cujo dono é José Carlos Batista da Silva; 5 da Carvão São José, em Selvíria, de propriedade de Luis Felinto da Silva; 9 da Fazenda Mimosa, em Bandeirantes, de Mayto Baptista de Rezende; 498 da Fazenda Cachoeirinha, em Iguatemi, de Nelson Donadel. Ainda em julho de 2008, 33 pessoas foram libertadas na Fazenda Pouso Alto, em Aquidauana, de Paulo Rogério Sumaia; 6 da Fazenda Piracanjuba, em Água Clara, de Ronaldo Jesus Pereira; 18 da Sbaraini Agropecuária Indústria e Comércio, em Amambai e 13 da Fazenda Estrela, em Alcinópolis, de propriedade de Walter Lúcio Klebis. Em julho de 2007, o MTE interditou a Fazenda Boa Vista, em Porto Murtinho e libertou 19 trabalhadores mantidos em escravidão por Eric Sobrinho Ávila. Na fazenda são produzidos os carvões Negrinho e Ávila. Já em dezembro de 2006, o TEM livrou um funcionário da Fazenda Alto Alegre, em Cassilândia, de Ivaldir Antônio Torres; 8 trabalhadores da Fazenda Palmares do Peixe, em Bonito, de José Maurício dos Santos e 7 da Fazenda Pedra Branca, em Chapadão do Sul, de propriedade de Lúdio Garcia de Freitas. Para que empregador tenha o seu nome excluído do cadastro, é necessário que por dois anos, contando a partir da inclusão, ele tenha corrigido irregularidades identificadas durante inspeção.

Conforme informações do MTE (Ministério do Trabalho e Emprego), 1688 pessoas submetidas a trabalho escravo foram libertadas em Mato Grosso do Sul. A lista suja, que descreve os empregadores que contratam esses trabalhadores foi atualizada ontem.

O estado de Mato Grosso do Sul ocupa a terceira posição na lista suja. São 18 casos constatados no território sul-mato-grossense.

O caso mais recente de libertação desses trabalhadores, aconteceu em julho do ano passado, na Agrisul Agrícola, situada na rodovia MS-040, na zona rural de Brasilândia. No local, 1011 funcionários que viviam em condições subumanas de escravidão conquistaram a liberdade.

Antes disso, em dezembro de 2008, na Fazenda Caiçara III, em Selvíria, 7 funcionários receberam "alforria" da propriedade de Odier Alves de Freitas. Em Dourados, na Fazenda Fatisul, 9 conquistaram a liberdade da Fatisul Indústria e Comércio de Óleos Vegetais Ltda, no mesmo mês.

Grande parte dos casos foi registrada em julho de 2008: na Fazenda Engenho de Ferro, em Camapuã, de propriedade de Admir Ferreira Lino, 12 pessoas foram libertadas; na Fazenda Novo Estado, em Figueirão, cujo proprietário é Alaílson Ferreira de Carvalho, o MTE livrou 9.

No mesmo período foram libertados 4 trabalhadores da Fazenda Bom Jesus, em Alcinópolis, cujo dono é José Carlos Batista da Silva; 5 da Carvão São José, em Selvíria, de propriedade de Luis Felinto da Silva; 9 da Fazenda Mimosa, em Bandeirantes, de Mayto Baptista de Rezende; 498 da Fazenda Cachoeirinha, em Iguatemi, de Nelson Donadel.

Ainda em julho de 2008, 33 pessoas foram libertadas na Fazenda Pouso Alto, em Aquidauana, de Paulo Rogério Sumaia; 6 da Fazenda Piracanjuba, em Água Clara, de Ronaldo Jesus Pereira; 18 da Sbaraini Agropecuária Indústria e Comércio, em Amambai e 13 da Fazenda Estrela, em Alcinópolis, de propriedade de Walter Lúcio Klebis.

Em julho de 2007, o MTE interditou a Fazenda Boa Vista, em Porto Murtinho e libertou 19 trabalhadores mantidos em escravidão por Eric Sobrinho Ávila. Na fazenda são produzidos os carvões Negrinho e Ávila.

Já em dezembro de 2006, o TEM livrou um funcionário da Fazenda Alto Alegre, em Cassilândia, de Ivaldir Antônio Torres; 8 trabalhadores da Fazenda Palmares do Peixe, em Bonito, de José Maurício dos Santos e 7 da Fazenda Pedra Branca, em Chapadão do Sul, de propriedade de Lúdio Garcia de Freitas.

Para que empregador tenha o seu nome excluído do cadastro, é necessário que por dois anos, contando a partir da inclusão, ele tenha corrigido irregularidades identificadas durante inspeção.


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