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Auditores fiscais do trabalho exigem punição para acusados da chacina de Unaí

Brasília – O Sindicato dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait) faz hoje (28) uma manifestação, em comemoração ao Dia do Auditor Fiscal, para exigir punição dos suspeitos de comandar uma chacina em Unaí, que resultou na morte de seis auditores no dia 28 de janeiro de 2004. Concentrados em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF), o grupo segue em caminhada ao Congresso Nacional exigindo a retomada dos processos na Justiça. A presidente do Sinait, Rosângela Rassi, explica que o ato é uma forma de exigir do Judiciário punição aos culpados pelos crimes cometidos, além de pedir reforço na segurança dos fiscais do trabalho. "Estamos aqui para exigir o julgamento dos mandantes dos crimes em Unaí. Eles são coronéis do século 21 e têm usado do poder para retardar os processos. Pela falta de segurança com os auditores fiscais do trabalho, desde o crime em 2004, o estado de Minas Gerais não é autuado." A exigência da retomada dos processos é também o desejo dos parentes das vítimas, como o caso de Reginir Lages, viúva do auditor João Batista. A falta de punição para ela traz um sentimento de vergonha sobre a credibilidade da Justiça brasileira e de indignação a toda a família. "A falta de impunidade deixa um sentimento de impotência. Meus filhos e eu nos sentimos prisioneiros. Só que vive os bastidores de uma dor, pode entender o que digo." Os auditores se reúnem hoje com o presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), o ministro César Astolfo Rocha, para pedir a retomada dos processos sobre as mortes em Unaí. A manifestação é um dos desdobramentos da Semana Nacional de Combate ao Trabalho Escravo. Todos os estados brasileiros organizarão eventos que abordam o assunto.

Brasília – O Sindicato dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait) faz hoje (28) uma manifestação, em comemoração ao Dia do Auditor Fiscal, para exigir punição dos suspeitos de comandar uma chacina em Unaí, que resultou na morte de seis auditores no dia 28 de janeiro de 2004. Concentrados em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF), o grupo segue em caminhada ao Congresso Nacional exigindo a retomada dos processos na Justiça.

A presidente do Sinait, Rosângela Rassi, explica que o ato é uma forma de exigir do Judiciário punição aos culpados pelos crimes cometidos, além de pedir reforço na segurança dos fiscais do trabalho. "Estamos aqui para exigir o julgamento dos mandantes dos crimes em Unaí. Eles são coronéis do século 21 e têm usado do poder para retardar os processos. Pela falta de segurança com os auditores fiscais do trabalho, desde o crime em 2004, o estado de Minas Gerais não é autuado."

A exigência da retomada dos processos é também o desejo dos parentes das vítimas, como o caso de Reginir Lages, viúva do auditor João Batista. A falta de punição para ela traz um sentimento de vergonha sobre a credibilidade da Justiça brasileira e de indignação a toda a família.

"A falta de impunidade deixa um sentimento de impotência. Meus filhos e eu nos sentimos prisioneiros. Só que vive os bastidores de uma dor, pode entender o que digo."

Os auditores se reúnem hoje com o presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), o ministro César Astolfo Rocha, para pedir a retomada dos processos sobre as mortes em Unaí.

A manifestação é um dos desdobramentos da Semana Nacional de Combate ao Trabalho Escravo. Todos os estados brasileiros organizarão eventos que abordam o assunto.


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