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MT realizará Curso de Operação de Repressão ao Trabalho Escravo

A Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso, em parceria com o MPT, MTE e a Secretária de Justiça e Segurança Pública realizarão no ano de 2010 um curso de Operações de Repressão ao Trabalho Escravo (CORTE). O curso terá 30 vagas destinadas para policiais civis, auditores fiscais, membros do instituto brasileiro do meio ambiente, policiais federais, rodoviários e militares, bombeiros e membros do Grupo Especial de Fronteira (GEFRON). O objetivo das aulas é formar profissionais preparados para combater na linha de frente contra crimes que prejudicam o trabalhador, como a exploração e o uso de mão de obra escrava. Apesar de a escravidão ter sido abolida em 1988, o trabalho escravo ainda é um crime comum no país, Mato Grosso está entre os Estados em que esta prática é encontrada com mais freqüência. Esta iniciativa pretende coibir e corrigir empregadores que continuem incentivando a contratação de mão de obra sem registro e obrigando trabalhadores a viver em condições subumanas. Amplamente divulgado na última Reunião da Comissão de Erradicação do Trabalho Escravo (COETRAE), o curso terá 600 horas, incluindo aulas teóricas e práticas em área rural onde é freqüente casos de denúncia e abuso contra trabalhadores. O projeto tem como coordenador o Delegado Marcos Veloso, do Grupo de Operações Especiais (GOE). Os inscritos para participar do curso de Operações de Repressão ao Trabalho Escravo passarão por um processo seletivo, que incluirá exames de saúde, avaliações psicológicas e testes de aptidão física, antes de ingressarem no curso.

A Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso, em parceria com o MPT, MTE e a Secretária de Justiça e Segurança Pública realizarão no ano de 2010 um curso de Operações de Repressão ao Trabalho Escravo (CORTE).

O curso terá 30 vagas destinadas para policiais civis, auditores fiscais, membros do instituto brasileiro do meio ambiente, policiais federais, rodoviários e militares, bombeiros e membros do Grupo Especial de Fronteira (GEFRON).

O objetivo das aulas é formar profissionais preparados para combater na linha de frente contra crimes que prejudicam o trabalhador, como a exploração e o uso de mão de obra escrava.

Apesar de a escravidão ter sido abolida em 1988, o trabalho escravo ainda é um crime comum no país, Mato Grosso está entre os Estados em que esta prática é encontrada com mais freqüência. Esta iniciativa pretende coibir e corrigir empregadores que continuem incentivando a contratação de mão de obra sem registro e obrigando trabalhadores a viver em condições subumanas.

Amplamente divulgado na última Reunião da Comissão de Erradicação do Trabalho Escravo (COETRAE), o curso terá 600 horas, incluindo aulas teóricas e práticas em área rural onde é freqüente casos de denúncia e abuso contra trabalhadores. O projeto tem como coordenador o Delegado Marcos Veloso, do Grupo de Operações Especiais (GOE).

Os inscritos para participar do curso de Operações de Repressão ao Trabalho Escravo passarão por um processo seletivo, que incluirá exames de saúde, avaliações psicológicas e testes de aptidão física, antes de ingressarem no curso.


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