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Mato Grosso é o 3º em infrações de trabalho escravo

Mato Grosso avançou uma posição no ranking e tornou-se o terceiro Estado brasileiro com o maior número de autos de infração lavrados pela existência de trabalho escravo. A última atualização do MTE leva em conta dados compilados entre janeiro ao último dia 10 deste mês. Ao todo, foram 402 que acarretaram indenizações superiores a R$ 656,8 mil. Pará e Paraná figuraram na primeira e segunda posições, respectivamente. Até setembro, Mato Grosso ocupava a quarta posição no quesito autos emitidos. Os números são da Divisão de Fiscalização para Erradicação do Trabalho Escravo. Em cerca de doze meses foram 23 operações. Agentes percorreram 57 estabelecimentos (entre fazendas e demais locais onde a prática foi constatada) para resgatar 308 trabalhadores. Se observadas as estatísticas no cenário nacional o total de áreas verificadas foi o maior dentre as demais unidades da federação. O ministério revela que no Pará foram lavrados 667 autos de infração (maior índice brasileiro), correspondendo a R$ 572,5 mil em multas. Neste Estado foram deflagradas 24 operações e fiscalizadas 56 propriedades. Ao todo, 303 empregados que viviam em condições inadequadas foram libertados. Já no Paraná foram 425 autos responsáveis por indenizações na ordem de R$ 405,1 mil. 14 operações foram deflagradas e 43 propriedades fiscalizadas. Ao todo, libertaram-se 227 trabalhadores. Em Goiás houve 393 autos de infração. As nove operações realizadas percorreram 22 propriedades e foram responsáveis pelo resgate de 281 empregados. No cenário nacional, são 3.673 autos lavrados no período indicado. Ao todo, geradas indenizações na ordem de R$ 5,3 milhões; libertados 3.386 trabalhadores; fiscalizados 300 pontos e realizadas 131 operações.

Mato Grosso avançou uma posição no ranking e tornou-se o terceiro Estado brasileiro com o maior número de autos de infração lavrados pela existência de trabalho escravo. A última atualização do MTE leva em conta dados compilados entre janeiro ao último dia 10 deste mês. Ao todo, foram 402 que acarretaram indenizações superiores a R$ 656,8 mil. Pará e Paraná figuraram na primeira e segunda posições, respectivamente.

Até setembro, Mato Grosso ocupava a quarta posição no quesito autos emitidos. Os números são da Divisão de Fiscalização para Erradicação do Trabalho Escravo. Em cerca de doze meses foram 23 operações. Agentes percorreram 57 estabelecimentos (entre fazendas e demais locais onde a prática foi constatada) para resgatar 308 trabalhadores. Se observadas as estatísticas no cenário nacional o total de áreas verificadas foi o maior dentre as demais unidades da federação.

O ministério revela que no Pará foram lavrados 667 autos de infração (maior índice brasileiro), correspondendo a R$ 572,5 mil em multas. Neste Estado foram deflagradas 24 operações e fiscalizadas 56 propriedades. Ao todo, 303 empregados que viviam em condições inadequadas foram libertados.

Já no Paraná foram 425 autos responsáveis por indenizações na ordem de R$ 405,1 mil. 14 operações foram deflagradas e 43 propriedades fiscalizadas. Ao todo, libertaram-se 227 trabalhadores. Em Goiás houve 393 autos de infração. As nove operações realizadas percorreram 22 propriedades e foram responsáveis pelo resgate de 281 empregados.

No cenário nacional, são 3.673 autos lavrados no período indicado. Ao todo, geradas indenizações na ordem de R$ 5,3 milhões; libertados 3.386 trabalhadores; fiscalizados 300 pontos e realizadas 131 operações.


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