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Sul do Maranhão vai ganhar Centro de Direitos Humanos

Para atender aos municípios da Região Tocantina, a governadora Roseana Sarney criou o primeiro Centro de Referência de Defesa dos Direitos Humanos do Maranhão, órgão que será vinculado à Secretaria de Estado de Direitos Humanos e Cidadania (SEDIHC). No início desta semana, a psicóloga Rosângela Guimarães Rosa, assessora da SEDIHC, visitou os municípios de Imperatriz e Açailândia. Na oportunidade, manteve encontros de trabalho com gestores públicos, membros do Ministério Público, entidades de defesa dos direitos humanos, associações de mulheres, grupos que lutam contra qualquer tipo de discriminação e representantes das Polícias Civil, Militar e Federal. "São encontros preliminares, de mobilização e preparação, num trabalho articulado entre o governo, órgãos das três esferas do poder e a sociedade, com o objetivo de buscarmos parceiros para implantação de políticas públicas de promoção dos direitos humanos e combate a qualquer tipo de discriminação, assédio, constrangimento e exploração do ser humano", esclareceu a psicóloga. A implantação do Centro de Direitos Humanos, informou Rosângela Guimarães Rosa, é fruto de convênio celebrado entre o Governo do Maranhão e a Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República. "Temos que envolver a sociedade, os governos, as instituições e também os grupos empresariais nessa cruzada. Como exemplo, entre 2001 e 2007, foram resgatados 1.600 trabalhadores que viviam em regime de escravidão em vários locais de trabalho no estado. Estima-se que perto de 9.500 pessoas ainda vivam em situação análoga ao de trabalho escravo no Maranhão. Precisamos mudar essa situação", alertou. AçõesAçailândia deve ser o município escolhido para sediar o primeiro Centro de Referência de Defesa dos Direitos Humanos no Maranhão, de acordo com a assessora da SEDIHC. "O município apresenta os mais altos índices de trabalho escravo e uso de mão de obra infantil, principalmente por causa das carvoarias, das guserias e das grandes propriedades rurais instaladas em seu território", justificou.

Para atender aos municípios da Região Tocantina, a governadora Roseana Sarney criou o primeiro Centro de Referência de Defesa dos Direitos Humanos do Maranhão, órgão que será vinculado à Secretaria de Estado de Direitos Humanos e Cidadania (SEDIHC).

No início desta semana, a psicóloga Rosângela Guimarães Rosa, assessora da SEDIHC, visitou os municípios de Imperatriz e Açailândia. Na oportunidade, manteve encontros de trabalho com gestores públicos, membros do Ministério Público, entidades de defesa dos direitos humanos, associações de mulheres, grupos que lutam contra qualquer tipo de discriminação e representantes das Polícias Civil, Militar e Federal.

"São encontros preliminares, de mobilização e preparação, num trabalho articulado entre o governo, órgãos das três esferas do poder e a sociedade, com o objetivo de buscarmos parceiros para implantação de políticas públicas de promoção dos direitos humanos e combate a qualquer tipo de discriminação, assédio, constrangimento e exploração do ser humano", esclareceu a psicóloga.

A implantação do Centro de Direitos Humanos, informou Rosângela Guimarães Rosa, é fruto de convênio celebrado entre o Governo do Maranhão e a Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República. "Temos que envolver a sociedade, os governos, as instituições e também os grupos empresariais nessa cruzada. Como exemplo, entre 2001 e 2007, foram resgatados 1.600 trabalhadores que viviam em regime de escravidão em vários locais de trabalho no estado. Estima-se que perto de 9.500 pessoas ainda vivam em situação análoga ao de trabalho escravo no Maranhão. Precisamos mudar essa situação", alertou.

Ações
Açailândia deve ser o município escolhido para sediar o primeiro Centro de Referência de Defesa dos Direitos Humanos no Maranhão, de acordo com a assessora da SEDIHC. "O município apresenta os mais altos índices de trabalho escravo e uso de mão de obra infantil, principalmente por causa das carvoarias, das guserias e das grandes propriedades rurais instaladas em seu território", justificou.


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