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Mato Grosso cai para 4º no ranking de trabalho escravo

O Ministério do Trabalho e Emprego mostra que Mato Grosso permanece como o quarto Estado com o maior número de autos de infração por casos de trabalho escravo. O período de análise é de janeiro ao último dia 11. Ao todo, são 220, que acarretaram indenizações superiores a R$ 440,4 mil. Até maio, o Estado ocupava a vice-liderança no quesito autos emitidos. Os números são da Divisão de Fiscalização para Erradicação do Trabalho Escravo. Em cerca de nove meses foram 12 operações. Fiscais percorreram 40 fazendas e conseguiram resgatar 111 trabalhadores. Se observadas as estatísticas no cenário nacional o total de áreas verificadas foi o maior dentre as demais unidades da federação. O ministério revela que no Pará foram lavrados 427 autos de infração (maior índice brasileiro), correspondendo a R$ 230,6 mil em multas. Neste Estado foram deflagradas 16 operações e fiscalizadas 30 fazendas. Ao todo, 177 empregados que viviam em condições inadequadas foram resgatados. O segundo que mais tem infrações é o Paraná, 283, responsáveis por indenizações na ordem de R$ 188,8 mil. 10 operações foram deflagradas e 33 propriedades fiscalizadas. 106 trabalhadores acabaram resgatados. No Pernambuco, são 280 autos de infração. As seis operações realizadas percorreram nove propriedades e foram responsáveis pela libertação de 369 trabalhadores. No cenário nacional, 2.215 autos foram lavrados no período indicado. Ao todo, geradas indenizações na ordem de R$ 3,5 milhões; libertados 2.216 trabalhadores; fiscalizadas 200 fazendas e realizadas 85 operações.  

O Ministério do Trabalho e Emprego mostra que Mato Grosso permanece como o quarto Estado com o maior número de autos de infração por casos de trabalho escravo. O período de análise é de janeiro ao último dia 11. Ao todo, são 220, que acarretaram indenizações superiores a R$ 440,4 mil. Até maio, o Estado ocupava a vice-liderança no quesito autos emitidos. Os números são da Divisão de Fiscalização para Erradicação do Trabalho Escravo.

Em cerca de nove meses foram 12 operações. Fiscais percorreram 40 fazendas e conseguiram resgatar 111 trabalhadores. Se observadas as estatísticas no cenário nacional o total de áreas verificadas foi o maior dentre as demais unidades da federação.

O ministério revela que no Pará foram lavrados 427 autos de infração (maior índice brasileiro), correspondendo a R$ 230,6 mil em multas. Neste Estado foram deflagradas 16 operações e fiscalizadas 30 fazendas. Ao todo, 177 empregados que viviam em condições inadequadas foram resgatados.

O segundo que mais tem infrações é o Paraná, 283, responsáveis por indenizações na ordem de R$ 188,8 mil. 10 operações foram deflagradas e 33 propriedades fiscalizadas. 106 trabalhadores acabaram resgatados.

No Pernambuco, são 280 autos de infração. As seis operações realizadas percorreram nove propriedades e foram responsáveis pela libertação de 369 trabalhadores.

No cenário nacional, 2.215 autos foram lavrados no período indicado. Ao todo, geradas indenizações na ordem de R$ 3,5 milhões; libertados 2.216 trabalhadores; fiscalizadas 200 fazendas e realizadas 85 operações.

 


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