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Governo contratará 234 fiscais

Ministério do Trabalho amplia equipe de auditores. O salário é de R$ 13 mil e exige nível superior em qualquer área de formação Após três anos de espera, o Ministério do Trabalho foi autorizado a fazer concurso para preencher 234 vagas de auditor fiscal do trabalho, número inferior aos 520 postos reivindicados anteriormente. A portaria publicada ontem no Diário Oficial da União determina que o edital seja publicado até janeiro. Para os candidatos que aguardavam a seleção, o prazo de preparação será reduzido, já que as provas serão aplicadas no primeiro semestre do ano que vem. A remuneração do cargo é de R$ 13.067 e poderão se candidatar profissionais com graduação em qualquer área do conhecimento. A carreira está focada nas relações de trabalho, especialmente no combate aos empregos informais, ao trabalho infantil e ao trabalho escravo. Questões sobre segurança e medicina do trabalho também estão inclusas nas atribuições dos auditores fiscais. A presidente do Sindicato Nacional de Auditores Fiscais do Trabalho, Rosa Maria Campos Jorge, ressalta que o efetivo atual de 2.990 servidores é insuficiente para a demanda nacional. "Para dar conta de todo o trabalho, precisaríamos de mais ou menos 5 mil". Para ela, a autorização deve ser comemorada, apesar de não representar a real necessidade do serviço. "Estávamos esperando cerca de 600 vagas, só vieram 234. Por isso, torcemos para que o edital seja lançado o mais rápido possível e, dos aprovados, sejam aproveitados os excedentes que a lei permite", diz Rosa Maria, referindo-se à possibilidade de que sejam chamados 50% mais aprovados além do número de vagas previstas. O edital do último concurso foi divulgado em abril de 2006. A seleção foi organizada pela Escola de Administração Fazendária (Esaf), ofereceu 200 vagas e atraiu mais de 54 mil inscritos. As chances foram divididas entre todos os estados e o Distrito Federal. O aspirante a auditor fiscal respondeu a três provas objetivas. Constavam no conteúdo: português, inglês ou espanhol, ética na administração pública, informática, raciocínio lógico, administração pública, direito (do trabalho, constitucional, administrativo, civil, comercial e penal), segurança e saúde no trabalho, economia e sociologia do trabalho. Letícia Nobre 04/09/2009

Ministério do Trabalho amplia equipe de auditores. O salário é de R$ 13 mil e exige nível superior em qualquer área de formação

Após três anos de espera, o Ministério do Trabalho foi autorizado a fazer concurso para preencher 234 vagas de auditor fiscal do trabalho, número inferior aos 520 postos reivindicados anteriormente. A portaria publicada ontem no Diário Oficial da União determina que o edital seja publicado até janeiro. Para os candidatos que aguardavam a seleção, o prazo de preparação será reduzido, já que as provas serão aplicadas no primeiro semestre do ano que vem.

A remuneração do cargo é de R$ 13.067 e poderão se candidatar profissionais com graduação em qualquer área do conhecimento. A carreira está focada nas relações de trabalho, especialmente no combate aos empregos informais, ao trabalho infantil e ao trabalho escravo. Questões sobre segurança e medicina do trabalho também estão inclusas nas atribuições dos auditores fiscais.

A presidente do Sindicato Nacional de Auditores Fiscais do Trabalho, Rosa Maria Campos Jorge, ressalta que o efetivo atual de 2.990 servidores é insuficiente para a demanda nacional. "Para dar conta de todo o trabalho, precisaríamos de mais ou menos 5 mil". Para ela, a autorização deve ser comemorada, apesar de não representar a real necessidade do serviço. "Estávamos esperando cerca de 600 vagas, só vieram 234. Por isso, torcemos para que o edital seja lançado o mais rápido possível e, dos aprovados, sejam aproveitados os excedentes que a lei permite", diz Rosa Maria, referindo-se à possibilidade de que sejam chamados 50% mais aprovados além do número de vagas previstas.

O edital do último concurso foi divulgado em abril de 2006. A seleção foi organizada pela Escola de Administração Fazendária (Esaf), ofereceu 200 vagas e atraiu mais de 54 mil inscritos. As chances foram divididas entre todos os estados e o Distrito Federal. O aspirante a auditor fiscal respondeu a três provas objetivas. Constavam no conteúdo: português, inglês ou espanhol, ética na administração pública, informática, raciocínio lógico, administração pública, direito (do trabalho, constitucional, administrativo, civil, comercial e penal), segurança e saúde no trabalho, economia e sociologia do trabalho.

Letícia Nobre 
04/09/2009


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