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Agência de Notícias da Repórter Brasil

O projeto de jornalismo social da Repórter Brasil surgiu da necessidade de divulgar e aprofundar discussões sobre problemas sociais alarmantes. Realidades que demandam atenção e respostas do poder público e da sociedade civil, mas muitas vezes não são submetidas ao crivo democrático do debate público. Por trás das particularidades de cada trabalho, questões de fundo – que seguem pendentes e marcam o país – reaparecem em diferentes territórios e ao longo do tempo. Público-alvo: Administração pública e sociedade civil, em geral, com especial atenção para: alunos e professores do ensino fundamental, médio e superior; ativistas e militantes de organizações sociais; jornalistas e outros profissionais de comunicação. Metodologia: A equipe elabora reportagens sobre problemas do país, seja por meio de viagens in loco ou de apurações intensivas não-presenciais, com o compromisso de dar vazão a temas frequentemente negligenciados pela mídia comercial. O material jornalístico publicado no site pode ser reproduzido de forma livre e gratuita por outros meios (desde que citada a fonte). Resultados: Além de auxiliar na formação de estudantes, a cobertura jornalística da Repórter Brasil serve como fonte de pautas da imprensa. A repercussão na mídia contribui para o fomento de debates na interface entre sociedade civil e governos. As informações são utilizadas também na formulação de políticas governamentais. Agência de Notícias sobre Trabalho Escravo A Repórter Brasil, desde 2001, tem sido um dos principais veículos a cobrir o tema do trabalho escravo no Brasil, pautando o assunto na mídia e nos debates da opinião pública. Atua em parceria com outros veículos de comunicação para a publicação de notícias, artigos e reportagens e realiza seminários voltados para jornalistas, sociedade civil e formadores de opinião. Com isso, a Repórter Brasil tem contribuído para o aumento da incidência do tema na mídia. Com base na experiência acumulada, a ONG Repórter Brasil lançou, em abril de 2006, a Agência de Notícias sobre Trabalho Escravo – o primeiro veículo jornalístico voltado para o tema no Brasil. A função do espaço é aumentar a circulação de informações a respeito da escravidão contemporânea e de todas as formas de trabalho degradante, servindo de pauta para outros veículos de comunicação e de subsídio para ações dos três poderes e da sociedade civil. A Agência tem ainda as organizações sociais que atuam junto aos trabalhadores rurais e urbanos de municípios do Norte, Nordeste e Centro-Oeste, com altos índices de aliciamento para o trabalho escravo, como um de seus públicos principais. Atualizado diariamente, o site da Agência veicula matérias sobre libertações de trabalhadores, temas referentes ao combate ao trabalho escravo, andamentos de processos judiciais e projetos de lei, a condição de vida dos trabalhadores rurais e a questão agrária, o monitoramento de ações pró e contra a erradicação do trabalho escravo, a divulgação de proprietários de terra, políticos e empresas que lucram com a prática, entre outras temáticas. Todo o conteúdo da Agência está em copyleft, ou seja, disponível para livre reprodução, desde que citada a fonte. Também são veiculados artigos que analisam tendências e problemas enfrentados no combate à escravidão. Duas vezes por semana, 25 mil leitores cadastrados na Agência recebem um boletim eletrônico com um resumo do material próprio. O boletim dá acesso às últimas atualizações e ao conteúdo do site. Periodicamente, são publicadas grandes reportagens, com análises mais aprofundadas dos casos em foco. Para acompanhar a divulgação na mídia, o site dispõe de uma seção de clipping, em que são reproduzidas as notícias veiculadas em outros veículos impressos e eletrônicos. A Agência disponibiliza também áudios, principalmente programas e entrevistas, que podem ser baixadas da internet e utilizadas por rádios. O site conta com seções fixas […]

O projeto de jornalismo social da Repórter Brasil surgiu da necessidade de divulgar e aprofundar discussões sobre problemas sociais alarmantes.

Realidades que demandam atenção e respostas do poder público e da sociedade civil, mas muitas vezes não são submetidas ao crivo democrático do debate público. Por trás das particularidades de cada trabalho, questões de fundo – que seguem pendentes e marcam o país – reaparecem em diferentes territórios e ao longo do tempo.

Público-alvo: Administração pública e sociedade civil, em geral, com especial atenção para: alunos e professores do ensino fundamental, médio e superior; ativistas e militantes de organizações sociais; jornalistas e outros profissionais de comunicação.

Metodologia: A equipe elabora reportagens sobre problemas do país, seja por meio de viagens in loco ou de apurações intensivas não-presenciais, com o compromisso de dar vazão a temas frequentemente negligenciados pela mídia comercial. O material jornalístico publicado no site pode ser reproduzido de forma livre e gratuita por outros meios (desde que citada a fonte).

Resultados: Além de auxiliar na formação de estudantes, a cobertura jornalística da Repórter Brasil serve como fonte de pautas da imprensa. A repercussão na mídia contribui para o fomento de debates na interface entre sociedade civil e governos. As informações são utilizadas também na formulação de políticas governamentais.


Agência de Notícias sobre Trabalho Escravo

A Repórter Brasil, desde 2001, tem sido um dos principais veículos a cobrir o tema do trabalho escravo no Brasil, pautando o assunto na mídia e nos debates da opinião pública. Atua em parceria com outros veículos de comunicação para a publicação de notícias, artigos e reportagens e realiza seminários voltados para jornalistas, sociedade civil e formadores de opinião. Com isso, a Repórter Brasil tem contribuído para o aumento da incidência do tema na mídia.

Com base na experiência acumulada, a ONG Repórter Brasil lançou, em abril de 2006, a Agência de Notícias sobre Trabalho Escravo – o primeiro veículo jornalístico voltado para o tema no Brasil. A função do espaço é aumentar a circulação de informações a respeito da escravidão contemporânea e de todas as formas de trabalho degradante, servindo de pauta para outros veículos de comunicação e de subsídio para ações dos três poderes e da sociedade civil. A Agência tem ainda as organizações sociais que atuam junto aos trabalhadores rurais e urbanos de municípios do Norte, Nordeste e Centro-Oeste, com altos índices de aliciamento para o trabalho escravo, como um de seus públicos principais.

Atualizado diariamente, o site da Agência veicula matérias sobre libertações de trabalhadores, temas referentes ao combate ao trabalho escravo, andamentos de processos judiciais e projetos de lei, a condição de vida dos trabalhadores rurais e a questão agrária, o monitoramento de ações pró e contra a erradicação do trabalho escravo, a divulgação de proprietários de terra, políticos e empresas que lucram com a prática, entre outras temáticas. Todo o conteúdo da Agência está em copyleft, ou seja, disponível para livre reprodução, desde que citada a fonte.

Também são veiculados artigos que analisam tendências e problemas enfrentados no combate à escravidão. Duas vezes por semana, 25 mil leitores cadastrados na Agência recebem um boletim eletrônico com um resumo do material próprio. O boletim dá acesso às últimas atualizações e ao conteúdo do site. Periodicamente, são publicadas grandes reportagens, com análises mais aprofundadas dos casos em foco.

Para acompanhar a divulgação na mídia, o site dispõe de uma seção de clipping, em que são reproduzidas as notícias veiculadas em outros veículos impressos e eletrônicos. A Agência disponibiliza também áudios, principalmente programas e entrevistas, que podem ser baixadas da internet e utilizadas por rádios.

O site conta com seções fixas em que estudantes, pesquisadores e profissionais de comunicação podem encontrar textos, documentos e estudos sobre o trabalho escravo. Também possui um banco com os dados da "lista suja" do Ministério do Trabalho e Emprego, disponível em português, francês, inglês e alemão.

Esses mesmos setores da sociedades também encontram na Agência um meio de divulgar os problemas locais, de encontrar trabalhadores desaparecidos ou mesmo de fazer suas reivindicações às instituições civis nacionais e ao poder público. A Agência também divulga informações sobre fazendas com libertações de trabalhadores escravizados, números atualizados do trabalho escravo, dicas para que as pessoas não caiam na teia da escravidão, depoimentos de vítimas, informações dos leitores (como os serviços de localização de parentes desaparecidos) e dicas para a efetivação de direitos trabalhistas e direitos humanos.

O programa Vozes da Liberdade também faz parte da Agência de Notícias. Desde 2006, a ONG produz um boletim semanal de notícias em áudio sobre a escravidão contemporânea e sobre direitos trabalhistas. O Vozes da Liberdade chega pela internet a centenas de rádios do interior, que descarregam o programa e reproduzem seu conteúdo. Desde fevereiro de 2009, está em curso uma parceria com a Rádio Brasil Atual, de São Paulo (SP), que utiliza o material como subsídio para o programa diário transmitido em FM das 7h às 8h da manhã. Durante os últimos anos, parceria com a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag) viabilizou a distribuição do programa Vozes da Liberdade, em regiões de incidência de trabalho escravo.

A Repórter Brasil pretende compartilhar métodos e orientações de produção do programa de rádio para jovens de municípios com altos índices de aliciamento, ficando ela responsável por garantir apoio técnico, político e a distribuição. Dessa forma, transfere-se o conhecimento acumulado pela Repórter Brasil nessa área em um processo que contribuiu para a democratização da comunicação.


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