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Mobilização na Praça da República objetiva aprovação da PEC 438

Na manhã de ontem, a Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da 8ª Região (Amatra) organizou, na praça da República, uma mobilização pelo combate e erradicação do trabalho escravo e em defesa do trabalho digno e decente. Entidades governamentais e não-governamentais também participaram do evento, que contou com apresentações culturais. Na praça foram distribuídos folhetos e cartilhas explicativas. Também foram colhidas assinaturas para pressionar a Câmara dos Deputados a votar a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 438, que trata da expropriação de terras onde foram encontradas situações análogas à escravidão. "É necessário que haja uma força política da população para pressionar a votação da PEC, porque há uma luta entre o poder político e econômico dos fazendeiros", afirma Gabriel Veloso, presidente da Amatra. A meta é conseguir 100 mil assinaturas, das quais 26 mil já foram garantidas nas repartições públicas do Estado e dentro da própria Amatra. De acordo com Veloso, a conscientização das pessoas é o primeiro passo no combate ao trabalho escravo. Segundo ele, nas grandes capitais, como Belém, os cidadãos não sabem o que ocorre no campo. Mary Cohen, da Coordenação Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, alerta que ainda há resquícios de dois séculos atrás. "O problema existe, é nosso e nós temos a obrigação de fazer alguma coisa. Essa mobilização serve para que a população se sensibilize e tenha mais informações sobre a PEC, por exemplo. Ela é importante porque vai tirar a terra das mãos de quem explora".

Na manhã de ontem, a Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da 8ª Região (Amatra) organizou, na praça da República, uma mobilização pelo combate e erradicação do trabalho escravo e em defesa do trabalho digno e decente. Entidades governamentais e não-governamentais também participaram do evento, que contou com apresentações culturais. Na praça foram distribuídos folhetos e cartilhas explicativas.

Também foram colhidas assinaturas para pressionar a Câmara dos Deputados a votar a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 438, que trata da expropriação de terras onde foram encontradas situações análogas à escravidão. "É necessário que haja uma força política da população para pressionar a votação da PEC, porque há uma luta entre o poder político e econômico dos fazendeiros", afirma Gabriel Veloso, presidente da Amatra.

A meta é conseguir 100 mil assinaturas, das quais 26 mil já foram garantidas nas repartições públicas do Estado e dentro da própria Amatra. De acordo com Veloso, a conscientização das pessoas é o primeiro passo no combate ao trabalho escravo. Segundo ele, nas grandes capitais, como Belém, os cidadãos não sabem o que ocorre no campo. Mary Cohen, da Coordenação Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, alerta que ainda há resquícios de dois séculos atrás. "O problema existe, é nosso e nós temos a obrigação de fazer alguma coisa. Essa mobilização serve para que a população se sensibilize e tenha mais informações sobre a PEC, por exemplo. Ela é importante porque vai tirar a terra das mãos de quem explora".


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