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Vannuchi: empresário envolvido com trabalho escravo põe em risco produção que respeita a lei

Brasília – O ministro da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, afirmou hoje (23) que 1% dos 17 milhões de trabalhadores rurais brasileiros vive em situação análogas à escravidão e que o índice demonstra que empresários "criminosos" colocam em risco toda a produção que respeita a lei. Ao conceder entrevista a emissoras de rádio durante o programa Bom Dia, Ministro, Vannuchi lembrou que um pacto firmado com a iniciativa privada já cadastrou quase 200 empresas que respondem por 20% do Produto Interno Bruto (PIB) do país. Elas se comprometeram a não usar produtos associados à mão-de-obra escrava. Já o chamado pacto federativo conta, atualmente, com a adesão de seis estados: Pará, Tocantins, Mato Grosso, Piauí, Maranhão e Bahia. Segundo o ministro, a idéia interromper o "recrutamento" em locais considerados pólos de aliciamento de trabalhadores. "Há notícias boas, mas o grupo móvel [de fiscalização contra o trabalho escravo] ainda encontra nos parlamentos e no Senado apoiadores do trabalho escravo. Há argumentos como o que, se a escravidão for abolida, os trabalhadores não saberão o que fazer. Queremos fazer em agosto um primeiro encontro nacional com todos os estados para cumprir a erradicação dessa vergonha", completou Vannuchi.

Brasília – O ministro da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, afirmou hoje (23) que 1% dos 17 milhões de trabalhadores rurais brasileiros vive em situação análogas à escravidão e que o índice demonstra que empresários "criminosos" colocam em risco toda a produção que respeita a lei.

Ao conceder entrevista a emissoras de rádio durante o programa Bom Dia, Ministro, Vannuchi lembrou que um pacto firmado com a iniciativa privada já cadastrou quase 200 empresas que respondem por 20% do Produto Interno Bruto (PIB) do país. Elas se comprometeram a não usar produtos associados à mão-de-obra escrava.

Já o chamado pacto federativo conta, atualmente, com a adesão de seis estados: Pará, Tocantins, Mato Grosso, Piauí, Maranhão e Bahia. Segundo o ministro, a idéia interromper o "recrutamento" em locais considerados pólos de aliciamento de trabalhadores.

"Há notícias boas, mas o grupo móvel [de fiscalização contra o trabalho escravo] ainda encontra nos parlamentos e no Senado apoiadores do trabalho escravo. Há argumentos como o que, se a escravidão for abolida, os trabalhadores não saberão o que fazer. Queremos fazer em agosto um primeiro encontro nacional com todos os estados para cumprir a erradicação dessa vergonha", completou Vannuchi.


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