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PRF descobre possível caso de trabalho escravo

Durante uma fiscalização de rotina, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Itabuna flagrou nesta quarta-feira (11) Ubaldo Monteiro Ferreira, 30 anos, transportando 17 pessoas na carroceria de um caminhão baú, sendo duas menores de idade. Existe a suspeita de que os ocupantes do veículo eram submetidos pelo condutor a trabalho escravo. Os trabalhadores foram encaminhados ao Ministério Público do Trabalho de Itabuna e serão ouvidos pela procuradora do local ainda nesta manhã. Após a abordagem, eles foram levados para o MP e teriam afirmado trabalhar sem carteira assinada, com condições de transporte e alimentação precárias e possivelmente dormiam no veículo. O motorista do caminhão disse que apenas transportava as pessoas para comercializarem redes em Itabuna. O veículo vinha da Paraíba e tinha como destino final o Rio de Janeiro. Caderninho – De acordo com a PRF, foi encontrado junto com Ubaldo um caderninho com anotações referentes a possíveis dívidas dos trabalhadores. "São dívidas de alimentação e gastos com a viagem. Eles saiam de suas casas já devendo ao patrão. Acaba sendo um ciclo, uma dívida interminável", afirma o inspetor Jeferson. O crime de trabalho escravo ainda não foi confirmado. Caso seja, ele irá responder judicialmente. Se for constatado que não houve exploração dos trabalhadores, Ubaldo terá que regularizar a situação e arranjar outro veículo para transportá-los.  

Durante uma fiscalização de rotina, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Itabuna flagrou nesta quarta-feira (11) Ubaldo Monteiro Ferreira, 30 anos, transportando 17 pessoas na carroceria de um caminhão baú, sendo duas menores de idade. Existe a suspeita de que os ocupantes do veículo eram submetidos pelo condutor a trabalho escravo.

Os trabalhadores foram encaminhados ao Ministério Público do Trabalho de Itabuna e serão ouvidos pela procuradora do local ainda nesta manhã. Após a abordagem, eles foram levados para o MP e teriam afirmado trabalhar sem carteira assinada, com condições de transporte e alimentação precárias e possivelmente dormiam no veículo.

O motorista do caminhão disse que apenas transportava as pessoas para comercializarem redes em Itabuna. O veículo vinha da Paraíba e tinha como destino final o Rio de Janeiro.

Caderninho – De acordo com a PRF, foi encontrado junto com Ubaldo um caderninho com anotações referentes a possíveis dívidas dos trabalhadores. "São dívidas de alimentação e gastos com a viagem. Eles saiam de suas casas já devendo ao patrão. Acaba sendo um ciclo, uma dívida interminável", afirma o inspetor Jeferson.

O crime de trabalho escravo ainda não foi confirmado. Caso seja, ele irá responder judicialmente. Se for constatado que não houve exploração dos trabalhadores, Ubaldo terá que regularizar a situação e arranjar outro veículo para transportá-los.

 


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