A Repórter Brasil está sob censura judicial desde o dia 9 de outubro de 2015. Saiba mais.

Coetrae inicia campanha nas emissoras de rádio sobre o trabalho escravo

A Coetrae – Comissão de Erradicação do Trabalho Escravo iniciou na última sexta-feira, 13, uma mobilização nas emissoras de rádio dos estados do Tocantins, Maranhão e Pará, com inserções de pequenos textos de alerta aos trabalhadores para que estejam mais preparados para não caírem nas armadilhas do trabalho escravo. A subsecretária da Cidadania e Justiça e presidente da Coetrae, Dulce Mª de Palma Pimenta Furlan, ressaltou que é necessário que as pessoas tenham mais clareza sobre o que é trabalho escravo e não confundir com irregularidades trabalhistas. O trabalho escravo contemporâneo existe quando há situação degradante e privação da liberdade. A condição degradante do trabalho se refere a alojamentos precários, falta de saneamento, má alimentação, jornada exaustiva e maus tratos e violência. A privação da liberdade se dá por causa de dívidas ilegais, aquela a qual o trabalhador adquire logo no primeiro dia de labuta, quando tem que pagar pelos equipamentos que necessita para realizar o seu trabalho. Poderão acontecer casos de isolamentos geográficos, retenção de documentos, de salários e ameaças físicas e psicológicas. Neste início da campanha, a Coetrae espera contar com o apoio e adesão dos diretores, produtores, locutores das rádios, que estão sendo convidados a se envolverem nesse compromisso de erradicar o trabalho escravo contemporâneo, que ainda é praticado no País, por falta de esclarecimento da população. A Secretaria da Cidadania e Justiça, por meio da Superintendência de Promoção dos Direitos Humanos, disponibiliza o telefone 63-3218-6725, para responder perguntas dos trabalhadores.

A Coetrae – Comissão de Erradicação do Trabalho Escravo iniciou na última sexta-feira, 13, uma mobilização nas emissoras de rádio dos estados do Tocantins, Maranhão e Pará, com inserções de pequenos textos de alerta aos trabalhadores para que estejam mais preparados para não caírem nas armadilhas do trabalho escravo.

A subsecretária da Cidadania e Justiça e presidente da Coetrae, Dulce Mª de Palma Pimenta Furlan, ressaltou que é necessário que as pessoas tenham mais clareza sobre o que é trabalho escravo e não confundir com irregularidades trabalhistas. O trabalho escravo contemporâneo existe quando há situação degradante e privação da liberdade.

A condição degradante do trabalho se refere a alojamentos precários, falta de saneamento, má alimentação, jornada exaustiva e maus tratos e violência. A privação da liberdade se dá por causa de dívidas ilegais, aquela a qual o trabalhador adquire logo no primeiro dia de labuta, quando tem que pagar pelos equipamentos que necessita para realizar o seu trabalho. Poderão acontecer casos de isolamentos geográficos, retenção de documentos, de salários e ameaças físicas e psicológicas.

Neste início da campanha, a Coetrae espera contar com o apoio e adesão dos diretores, produtores, locutores das rádios, que estão sendo convidados a se envolverem nesse compromisso de erradicar o trabalho escravo contemporâneo, que ainda é praticado no País, por falta de esclarecimento da população.

A Secretaria da Cidadania e Justiça, por meio da Superintendência de Promoção dos Direitos Humanos, disponibiliza o telefone 63-3218-6725, para responder perguntas dos trabalhadores.


Apoie a Repórter Brasil

saiba como

Enviar Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *