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Sine vai intermediar emprego nas regiões de alto índice de trabalho escravo

Brasília – Os estados do Maranhão, Pará, Piauí e Mato Grosso vão adotar um novo modelo de combate ao trabalho escravo. O objetivo é eliminar a figura do agenciador de mão-de-obra escrava, uma espécie de empreiteiro que recruta pessoas não qualificadas para o trabalho em propriedade rurais, em condições degradantes. O ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, informou que o programa Marco Zero do Trabalho Escravo será lançado segunda-feira (3) em Imperatriz (MA), uma das regiões onde é alto o índice de denúncias desse tipo de crime. De acordo com Lupi, o programa, que levou cerca de um ano para ser elaborado, será executado de forma conjunta pelos governos federal, estaduais e municipais. Ele prevê o cadastramento das propriedades rurais dessas regiões, que passarão a solicitar mão-de-obras por meio do Sistema Nacional de Empregos (Sine). "Esse Marco Zero vai ser um trabalho mais de prevenção, de educação. Vamos lançar cartilhas informativas, cartazes. E vamos passar que o governo seja intermediário na contratação [de trabalhadores]. Nessa região (Mato Grosso, Pará, Maranhão e Piuaí), toda a intermediação para contratação de qualquer empresa vai ser feita pelo Sistema Nacional de Emprego, numa ação conjugada de prefeituras, estados e governo federal", explicou. 30/10/2008

Brasília – Os estados do Maranhão, Pará, Piauí e Mato Grosso vão adotar um novo modelo de combate ao trabalho escravo. O objetivo é eliminar a figura do agenciador de mão-de-obra escrava, uma espécie de empreiteiro que recruta pessoas não qualificadas para o trabalho em propriedade rurais, em condições degradantes.

O ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, informou que o programa Marco Zero do Trabalho Escravo será lançado segunda-feira (3) em Imperatriz (MA), uma das regiões onde é alto o índice de denúncias desse tipo de crime.

De acordo com Lupi, o programa, que levou cerca de um ano para ser elaborado, será executado de forma conjunta pelos governos federal, estaduais e municipais. Ele prevê o cadastramento das propriedades rurais dessas regiões, que passarão a solicitar mão-de-obras por meio do Sistema Nacional de Empregos (Sine).

"Esse Marco Zero vai ser um trabalho mais de prevenção, de educação. Vamos lançar cartilhas informativas, cartazes. E vamos passar que o governo seja intermediário na contratação [de trabalhadores]. Nessa região (Mato Grosso, Pará, Maranhão e Piuaí), toda a intermediação para contratação de qualquer empresa vai ser feita pelo Sistema Nacional de Emprego, numa ação conjugada de prefeituras, estados e governo federal", explicou.

30/10/2008


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