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Emprego formal melhora, mas lentamente, aponta OIT

Estudo divulgado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) e pela Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) mostrou que, se por um lado o crescimento do PIB brasileiro permitiu a criação de mais empregos, por outro o país ainda sofre com a desigualdade e com elevado índice de trabalho precário. "O nível de desemprego e a precariedade do emprego são preocupantes. A informalidade ainda é alta e há discriminação de sexo, raça e outros atributos. Os problemas afetam, particularmente, mulheres, negros e jovens", diz o estudo. Apesar das dificuldades, a ONU destaca que o país registra avanços, como "o aumento do nível de ocupação e da geração de postos formais, o incremento da escolaridade da força de trabalho, a retomada do vigor das negociações coletivas e o fortalecimento do combate ao trabalho escravo e infantil". Na década atual, o país reduziu a informalidade. A proporção dos assalariados com carteira assinada subiu de 30,7% em 1999 para 35,2% em 2006. Do ponto de vista educacional, os números melhoraram, mas de forma ainda tímida. Em 2006, pela primeira vez a taxa de analfabetismo entre brasileiros de dez anos ou mais de idade ficou abaixo de 10% (9,6%). Se o estudo mostra que, quanto maior o nível de instrução, maior a participação no mercado de trabalho, confirma que menos da metade dos brasileiros de 15 a 17 anos está no nível de ensino adequado à idade (Médio). Paulo de Tarso Lyra 9/9/2008 

Estudo divulgado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) e pela Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) mostrou que, se por um lado o crescimento do PIB brasileiro permitiu a criação de mais empregos, por outro o país ainda sofre com a desigualdade e com elevado índice de trabalho precário. "O nível de desemprego e a precariedade do emprego são preocupantes. A informalidade ainda é alta e há discriminação de sexo, raça e outros atributos. Os problemas afetam, particularmente, mulheres, negros e jovens", diz o estudo.

Apesar das dificuldades, a ONU destaca que o país registra avanços, como "o aumento do nível de ocupação e da geração de postos formais, o incremento da escolaridade da força de trabalho, a retomada do vigor das negociações coletivas e o fortalecimento do combate ao trabalho escravo e infantil".

Na década atual, o país reduziu a informalidade. A proporção dos assalariados com carteira assinada subiu de 30,7% em 1999 para 35,2% em 2006. Do ponto de vista educacional, os números melhoraram, mas de forma ainda tímida. Em 2006, pela primeira vez a taxa de analfabetismo entre brasileiros de dez anos ou mais de idade ficou abaixo de 10% (9,6%). Se o estudo mostra que, quanto maior o nível de instrução, maior a participação no mercado de trabalho, confirma que menos da metade dos brasileiros de 15 a 17 anos está no nível de ensino adequado à idade (Médio).

Paulo de Tarso Lyra
9/9/2008 


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