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Siderúrgicas são multadas pelo Ibama

O Ministério do Meio Ambiente e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) multaram 60 siderúrgicas dos estados de Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Espírito Santo em R$ 414 milhões, por irregularidades na extração de carvão vegetal. As empresas foram rastreadas pelo sistema Documento de Origem Florestal (DOF), trabalho desenvolvido em parceria com institutos ambientais estaduais. Além do dinheiro, as siderúrgicas terão que plantar 2,6 milhões de árvores nativas no Cerrado e no Pantanal – principais áreas atingidas pelas irregularidades ambientais. Outros R$ 70 milhões também deverão ser pagos em multas aplicadas às carvoarias – responsáveis pela extração do produto. Os anúncios foram feitos pelo ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, por diretores do Ibama, no fim da manhã de ontem. Para tirar a multa do papel, etapa mais difícil, segundo Minc, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve assinar em duas semanas decreto que pode diminuir para quatro meses o prazo máximo para que as empresas autuadas paguem as multas. Hoje, de acordo com o ministro, os infratores demoram até quatro anos para pagá-las. 13/6/2008

O Ministério do Meio Ambiente e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) multaram 60 siderúrgicas dos estados de Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Espírito Santo em R$ 414 milhões, por irregularidades na extração de carvão vegetal.

As empresas foram rastreadas pelo sistema Documento de Origem Florestal (DOF), trabalho desenvolvido em parceria com institutos ambientais estaduais. Além do dinheiro, as siderúrgicas terão que plantar 2,6 milhões de árvores nativas no Cerrado e no Pantanal – principais áreas atingidas pelas irregularidades ambientais.

Outros R$ 70 milhões também deverão ser pagos em multas aplicadas às carvoarias – responsáveis pela extração do produto. Os anúncios foram feitos pelo ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, por diretores do Ibama, no fim da manhã de ontem.

Para tirar a multa do papel, etapa mais difícil, segundo Minc, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve assinar em duas semanas decreto que pode diminuir para quatro meses o prazo máximo para que as empresas autuadas paguem as multas. Hoje, de acordo com o ministro, os infratores demoram até quatro anos para pagá-las.

13/6/2008


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