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Homem é condenado por explorar trabalho escravo

Trabalhadores na Paraíba eram aliciados para trabalharem no Rio em condições precárias. Um outro homem, que também estaria envolvido no crime, está foragido. A 8ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro condenou nesta terça-feira (29) José Gomes dos Santos Neto a quatro anos e um mês de prisão, pela prática de trabalho escravo. Segundo a Procuradoria da República, José Gomes está preso desde outubro de 2007, quando foi denunciado por aliciar trabalhadores na Paraíba para trabalharem no Rio em condições precárias. Um outro homem, que também estaria envolvido no crime, está foragido. De acordo com o procurador da República José Augusto Vagos, responsável pelo processo criminal, os trabalhadores dormiam no chão e em redes na varanda e debaixo de chuva em uma casa em Paracambi, na Baixada Fluminense. O alojamento tinha ainda instalações sanitárias inadequadas. Eles eram deslocados clandestinamente ao Rio, durante dois dias, num caminhão. "O trabalho sob ameaça de morte, jornada exaustiva, condições degradantes de trabalho e restrição da liberdade em razão de dívida contraída com o empregador, evidenciam o crime de redução de pessoas a condição análoga à de escravo, na sua forma contemporânea, que ainda envergonha a todos nós", afirma o procurador José Augusto Vagos. No Rio, com informações da TV Globo29/04/2008

Trabalhadores na Paraíba eram aliciados para trabalharem no Rio em condições precárias. Um outro homem, que também estaria envolvido no crime, está foragido.

A 8ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro condenou nesta terça-feira (29) José Gomes dos Santos Neto a quatro anos e um mês de prisão, pela prática de trabalho escravo. Segundo a Procuradoria da República, José Gomes está preso desde outubro de 2007, quando foi denunciado por aliciar trabalhadores na Paraíba para trabalharem no Rio em condições precárias. Um outro homem, que também estaria envolvido no crime, está foragido.

De acordo com o procurador da República José Augusto Vagos, responsável pelo processo criminal, os trabalhadores dormiam no chão e em redes na varanda e debaixo de chuva em uma casa em Paracambi, na Baixada Fluminense. O alojamento tinha ainda instalações sanitárias inadequadas. Eles eram deslocados clandestinamente ao Rio, durante dois dias, num caminhão.

"O trabalho sob ameaça de morte, jornada exaustiva, condições degradantes de trabalho e restrição da liberdade em razão de dívida contraída com o empregador, evidenciam o crime de redução de pessoas a condição análoga à de escravo, na sua forma contemporânea, que ainda envergonha a todos nós", afirma o procurador José Augusto Vagos.

No Rio, com informações da TV Globo
29/04/2008


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