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Patrícia Audi na lista das Mulheres mais Influentes do Brasil

A secretária-adjunta da Secretaria de Gestão do Ministério do Planejamento, Patrícia Audi, recebeu o prêmio Mulheres Mais Influentes do Brasil, na categoria Direitos Humanos. A homenagem foi concedida pelos jornais Gazeta Mercantil e Jornal do Brasil, em solenidade realizada ontem (3), em São Paulo. Este é o segundo prêmio que Patrícia recebe em 2007. Em outubro deste ano foi vencedora do Prêmio Cláudia, categoria Trabalho Social. Ambas as premiações foram concedidas em reconhecimento a sua luta contra o trabalho escravo no Brasil. Patrícia Souto Audi, antes de se tornar titular da secretaria-adjunta da Seges, coordenou nacionalmente o projeto de Combate ao Trabalho Escravo da Organização Internacional do Trabalho (OIT). Participou da criação do Plano Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo, lançado em 2003, e da elaboração do pacto pela erradicação dessa prática, também em âmbito nacional, assinado por centenas de empresas e associações comprometidas em não comercializar produtos oriundos de empregadores flagrados em crimes contra a liberdade e a dignidade humana. Essa contribuição de quase cinco anos abrangeu esforço pessoal para a divulgação do tema em todo o país, o apoio a projetos de prevenção e repressão à escravidão, e empenho na aprovação de leis protetivas para pessoas vivendo em condições análogas ao trabalho escravo. O prêmio Mulheres Mais Influentes do Brasil foi criado com o objetivo de documentar a trajetória das mulheres que mais influenciam a história contemporânea do país. A quarta edição do prêmio destacou exemplos para a sociedade nas categorias Agronegócios, Arquitetura e Decoração, Artes, Comunicação, Cultura, Direitos humanos, Economia e Finanças, Educação, Empreendedorismo, Enogastronomia, Esporte, Entretenimento, Indústria e Varejo, Infraestrutura, Transporte e Logística, Jornalismo, Judiciário, Literatura, Marketing e Publicidade, Medicina e Saúde, Meio Ambiente, Moda, Política, Recursos Humanos, Terceiro Setor, Ti e Telecom, e Turismo. Juntamente com Patrícia Audi (Direitos Humanos) foram distinguidas como Mais Influentes, mulheres como Lygia Fagundes Telles (Literatura), Marieta Severo (Cultura), Ana Paula Padrão (Jornalismo), Elizabeth Chagas (Agronegócios), Marta da Silva (Esportes), e Margaret Groff (Economia e Finanças), entre outras nos demais segmentos. O prêmio deste ano teve 78 finalistas.

A secretária-adjunta da Secretaria de Gestão do Ministério do Planejamento, Patrícia Audi, recebeu o prêmio Mulheres Mais Influentes do Brasil, na categoria Direitos Humanos. A homenagem foi concedida pelos jornais Gazeta Mercantil e Jornal do Brasil, em solenidade realizada ontem (3), em São Paulo.
Este é o segundo prêmio que Patrícia recebe em 2007. Em outubro deste ano foi vencedora do Prêmio Cláudia, categoria Trabalho Social. Ambas as premiações foram concedidas em reconhecimento a sua luta contra o trabalho escravo no Brasil.

Patrícia Souto Audi, antes de se tornar titular da secretaria-adjunta da Seges, coordenou nacionalmente o projeto de Combate ao Trabalho Escravo da Organização Internacional do Trabalho (OIT). Participou da criação do Plano Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo, lançado em 2003, e da elaboração do pacto pela erradicação dessa prática, também em âmbito nacional, assinado por centenas de empresas e associações comprometidas em não comercializar produtos oriundos de empregadores flagrados em crimes contra a liberdade e a dignidade humana. Essa contribuição de quase cinco anos abrangeu esforço pessoal para a divulgação do tema em todo o país, o apoio a projetos de prevenção e repressão à escravidão, e empenho na aprovação de leis protetivas para pessoas vivendo em condições análogas ao trabalho escravo.
O prêmio Mulheres Mais Influentes do Brasil foi criado com o objetivo de documentar a trajetória das mulheres que mais influenciam a história contemporânea do país. A quarta edição do prêmio destacou exemplos para a sociedade nas categorias Agronegócios, Arquitetura e Decoração, Artes, Comunicação, Cultura, Direitos humanos, Economia e Finanças, Educação, Empreendedorismo, Enogastronomia, Esporte, Entretenimento, Indústria e Varejo, Infraestrutura, Transporte e Logística, Jornalismo, Judiciário, Literatura, Marketing e Publicidade, Medicina e Saúde, Meio Ambiente, Moda, Política, Recursos Humanos, Terceiro Setor, Ti e Telecom, e Turismo.

Juntamente com Patrícia Audi (Direitos Humanos) foram distinguidas como Mais Influentes, mulheres como Lygia Fagundes Telles (Literatura), Marieta Severo (Cultura), Ana Paula Padrão (Jornalismo), Elizabeth Chagas (Agronegócios), Marta da Silva (Esportes), e Margaret Groff (Economia e Finanças), entre outras nos demais segmentos. O prêmio deste ano teve 78 finalistas.


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